04 janeiro, 2012

Buda disse: "Eu considero a posição de reis e governantes como a de partículas de pó. Observo tesouros de ouro e pedras preciosas como tijolos e pedras comuns. Eu olho para as melhores vestes de seda como trapo esfarrapado. Eu vejo miríades de mundos do universo... como pequenas sementes de frutas, e o maior lago da Índia como uma gota de óleo no meu pé. Vejo os ensinamentos do mundo como a ilusão de mágicos. Eu percebo a mais alta concepção de emancipação como um brocado de ouro em um sonho. Eu vejo o caminho sagrado dos iluminados como flores aparecendo em um dos olhos. Vejo a meditação como um pilar de uma montanha. Nirvana, como um pesadelo do dia. Eu olho para o julgamento de certo e errado como a dança serpenteante de um dragão, e, a ascensão e a queda de crenças como vestígios deixados pelas quatro estações do ano. "

1 comentário:

João Jōken disse...

Impermanência até a medula.