19 junho, 2007










.Complaining is silly. Either act or forget.
.Thinking life will be better in the future is stupid. I have to live now.
.Being not truthful works against me.
.Helping other people helps me.
.Organizing a charity group is surprisingly easy.
.Everything I do always comes back to me.
.Drugs feel great in the beginning and become a drag later on.
.Over time I get used to everything and start taking if for granted.
.Money does not make me happy.
.Traveling alone is helpful for a new perspective on life.
.Assuming is stifling.
.Keeping a diary supports my personal development.
.Trying to look good limits my life.
.Worrying solves nothing.
.Material luxuries are best enjoyed in small doses.
.Having guts always works out for me.

16 junho, 2007



















"A crise representa purificação e oportunidade de crescimento. Não precisamos recorrer à palavra chinesa de crise para saber dessa significação. Basta recordar o sânscrito, matriz de nossa língua. Em sânscrito, crise vem de kir ou kri que significa purificar e limpar. De kri, vêm crisol, elemento químico com o qual limpamos ouro das gangas, e acrisolar, que quer dizer depurar. Então, a crise representa um processo crítico, de depuração do cerne: só o verdadeiro e substancial fica, o acidental e agregado desaparece. A partir do cerne se constrói uma outra ordem." Leonardo Boff.
"...a verdadeira essência do mito: esconder o maravilhoso aqui e agora."

Henry Miller


“If you really want to judge of the character of others, look not at their great performances. Every fool may become a hero at one time or another. Watch people do their most common actions; those are indeed the things which will tell you their real character. Great occasions rouse even the lowest of human beings to some kind of greatness, but they alone are really great whose character is great always, the same wherever they be.”
~ Swami Vivekananda, “Karma Yoga”. New York, 1895.

07 junho, 2007

Meio Fio















Onde quer que eu vá
Levo em mim o meu passado
E um tanto quanto do meu fim
Todos os instantes que vivi
Estão aqui
Os que me lembro e os que esqueci...
Carrego minha morte
E o que da sorte eu fiz
O corte e também a cicatriz

Mas sigo meu destino
num yellow submarino
Acendo a luz que me conduz
E os deuses me convidam...
Para dançar no meio fio
Entre o que tenho e o que tenho que perder
Pois se sou só
É só flutuando no vazio
Vou dando voz ao ar que receber

Pra ficar comigo
Corro salto, me equilibro
Entre minha neta e minha vó
Fico feliz, sigo adiante ante o perigo
Vejo o que me aflige virar pó
As vezes acredito em mim
As vezes não acredito
Também não sei se devo duvidar

Mas sigo meu destino
num yellow submarino
Acendo a luz que me conduz
E os deuses me convidam...
Para dançar no meio fio
Entre o que tenho e o que tenho que perder
Pois se sou só
É só flutuando no vazio
Vou dando voz ao ar que receber

Rita Lee e Arnaldo Antunes



"Além da nobre arte de fazer coisas,
existe a nobre arte de deixar coisas sem fazer.
A sabedoria da vida consiste na
eliminação do que não é essencial"

(Lin Yutang)

01 junho, 2007

O Tao Te King diz que o homem ao nascer é suave e flexível, ao morrer é rígido e duro. As plantas ao nascerem são tenras e flexíveis, ao morrer, rígidas e secas. O rígido e duro são características da morte. O brando e o flexível são características da vida. A árvore robusta é abatida. O duro e o forte são inferiores. O brando, o frágil e o suave são superiores.