09 agosto, 2005

Para o Zen só se é livre quando somos capazes de nos submeter para liberação do Ser. Como não temos acesso a essa liberdade treinamos fortemente com práticas formais e também nas pequenas coisas do cotidiano, para levar a mente a um nível de abertura que permita tocar na liberdade e até traze-la para uma zona onde ela possa ser usada para ajudar a todos os seres. O que acontece com freqüência é que não sabemos como lidar com a liberdade, mesmo que seja apenas um vislumbre dela, e nos perdemos em devaneios, em arrogância. A porta se fecha novamente. Por isso precisamos de grande discernimento para saber o que fazer nesses momentos. Se não o temos ainda, precisamos de alguém que nos oriente. Alguém confiável de longo e maduro treinamento, alguém de grande sabedoria

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