20 março, 2004

[...] antes de nascer fazíamos parte das infinitas possibilidades de vida que poderiam ou não realizar-se [...]

[...] Talvez estar morto seja passar no oceano das ondas que permanecem para sempre,
logo, é inútil esperar que o mar se acalme...]

[...] O que conta é a própria experiência.. não se deve dar muita importância a tudo o resto.

Ítalo Calvino [ Como aprender a estar morto. In: Palomar, trad. Ivo Barroso, Cia Letras, p. 108-9]

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