10 novembro, 2003

Meu pai costumava dizer que o tempo é o melhor juíz.

Costumo dizer a mim mesma: " O tempo irá mostrar."

O tempo tem mostrado que aqueles que hajem de forma inapropriada acabam sendo vítimas de seus atos. E infelizmente esses atos nem sempre atingem apenas aqueles que os produzem ( entre os quais me incluo), mas muitos e muitos outros.

Se somos o produto de nossas ações, cedo ou tarde as consequências destas ações, boas ou más se mostram claramente.

Na maoria das vezes patêncializadas, ou seja, o sofrimento que causamos, nos volta com muito, muito mais intensidade e impacto.

Matt Ridley, em Nature via Nature, ed. Fourth Estate, diz que:

"Saber que vc. possuí um instinto permite que vc. decida se vai dominar esse intinto [aprender a lidar com] ou ser dominado por ele. Talvez o mesmo possa ser dito sobre o carma. Quanto mais sabemos sobre nós, quanto mais aprendemos, mais leve se torna nossa existência.

Em todo caso há a escolha. Mas para escolher é preciso estar de acordo com nossas escolhas. Saber que uma escolha incorreta, poderá implicar em consequências. E toda escolha tem consequências.
O que ocorre é que sequer temos consciência de nossos atos, se são danosos ou não. Não maioria das vezes agimos sem avaliar, no impulso, até, com boas intenções. Mas como se diz: de boas intenções o inferno está cheio.

Assim a prática é para adquirir clareza nas nossas ações, egir de maneira apropriada em cada situação.

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