01 julho, 2002

Koan e Prática

Transformar o koan em um tarefa, em prática, em exercício
me parece mais produtivo do que associa-lo a um simples jogo de
adivinhação, um enigma: decifra-me ou estás perdido.
Mesmo porque o repertório de koans é facilmente conhecido
e já foi decifrado.
As histórias podem soar, muitas vezes, mais
como piada do que como ensinamento.
Trazem em si um bom humor que me agrada.

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