24 novembro, 2016

Por quê tanto Samu?

Fazer samu o dia todo faz parte da tradição japonesa no zen. Se vc. for passar alguns meses num mosteiro no Japão verá que a regra básica é: "sem descanso", ou seja das três da manhã à meia noite ocupe-se com tarefas, mesmo que repetitivas. Esvaziar a mente através da ocupação é uma técnica muito simples que qualquer indivíduo pode fazer, por isso o samu é o nível básico da prática. 


Depois passa-se para o nível das cerimônias. Sem atenção e foco vc. não conseguirá fazer corretamente as cerimônias. Então, o treino anterior, só com samu, será bastante útil se vc. souber aproveitá-lo.Depois de aprendidas as cerimônias passa-se para o zazen, que é o nível mais alto da prática e o mais difícil. Vc. esvaziou a mente, praticou a atenção, agora pode se sentar. 

Em geral, nós seguimos o estilo americano de zen. Se pratica um pouco de samu, um pouco de cerimônia e bastante zazen. Então, nem todos estão no mesmo nível. Nessa situação os iniciantes podem ter mais dificuldades com o zazen. 

Num retiro de poucos dias não há possibilidade de aplicar o mesmo regime do mosteiro (só samu, alguma cerimônia e algum zazen, se der tempo), por isso as três práticas estão presentes. Cada um se ajusta como pode. 

O iniciante pode sofrer mais e até se afastar, mas deve ter paciência e ir se adaptando. Quem já senta há bastante tempo tende a não gostar tanto do samu, mas deve ser humilde e saber esperar os que ainda estão começando no caminho. O mais "experiente" pode renunciar a seu zazen e ajudar quem tem mais dificuldade.

A importância do samu é que ele põe todos no mesmo nível. Todos podem varrer, lavar louça, limpar banheiro, passar pano, cortar a grama, etc. Não precisa ser doutor, nem sequer saber ler e escrever. Não precisa de nenhuma habilidade especial ou específica. 



24 agosto, 2016

Para quem quer, não existe MAS....

Image result for mas...Muitos querem praticar no budismo, mas esbarram em algumas desculpas. "Eu gostaria de fazer isso, mas não moro perto, mas não tem um grupo aqui onde moro, mas não tenho tempo, mas não tenho dinheiro para ir a um lugar de prática,mas..." mas.. o tempo passa e vc. fica para trás. Perdeu para suas desculpas. Para quem realmente quer seguir o Caminho, não há MAS.
Se Buda tivesse exitado por um segundo não teria posto o pé fora da porta. Ele não existiria para nós. O MAS impede que muitas coisas venham a existir. Se forem coisas ruins aplique o mas, mas se forem coisas boas esforce-se para superá-lo.


14 maio, 2016

Bossa Zen Entrevista Bossa Zen

Como descobriu o zen? Meu primeiro contato com zen foi através de dois livros:
O Caminho Zen e O Zen Entre Nós.


No Caminho Zen lembro-me que o que me chamou mais atenção foi o capitulo que falava sobre os kaons. Havia um que eu fiquei com ele por meses tentando achar uma resposta.

Passou-se muito tempo até eu ter contato com a pratica em si.

Você teve contato com outras escolas budistas ou não budistas antes do zen?

Eu nasci em uma família católica. Sempre gostei de religião. Queria ser freira mas como filha única quando falava no assunto minha mãe ficava triste e ai fui esquecendo disso.

Meu primeiro contato com o budismo foi quando assisti uma palestra dada pela lama Kandro em Florianópolis depois ela daria duas iniciações, uma em Tara Vermelha e outra em Poha (preparação para a morte). Escolhi fazer iniciação em Tara Vermelha.  Mais tarde eu achei que a iniciação em Poha teria sido melhor. No final havia um banquete de oferendas e cada um recebeu uma pétala vermelha. Um atendente vinha com uma bandeja e cada um soltava a pétala sobre a bandeja e então a Lama olhava e dizia com que família budista você tinha afinidade. Para mim ela disse que eu tinha conexão com o Buda original. Eu não perguntei o que isso significava mas deduzi que ela se referia a Escola Theravada então fui ler os sutras.

Mais tarde conheci um praticante Theravada. Ele seguia os preceitos tão rigidamente que achei que esse não era o caminho para mim. O próprio Buda disse que se referindo a um instrumento de cordas que se apertarmos demais ou se afrouxarmos demais a nossa pratica não vai funcionar. Então eu vi que aquele praticante Theravada estava sendo muito estrito com os preceitos e para mim não era assim que deveria ser. Não foi um bom exemplo.

Mas como o zen budismo entrou na sua vida?

Foi através do sofrimento. Eu estava passando por um período de profunda depressão. Sempre tive tendência a ser deprimida, mas daquele vez senti que estava num limiar perigoso e nada que eu tentava fazer para sair desse estado havia funcionado. Então um dia eu visitei uma pessoa que tinha um zafu em casa e conversamos sobre meditação zen. Essa pessoa não me ensinou a sentar, nem me falou nada sobre o budismo, mas por algum motivo quando nada mais dava certo eu tive um insight: "E se eu meditar?" Foi o que funcionou. Era o remédio certo para mim. Depois de três meses senti uma diferença muito significativa que convenceu-me a continuar nesse caminho. Nunca mais tive depressão e quando algum vento sopra nessa direção eu sei como mudar o foco e reequilibrar-me novamente.

Que escolas zen budistas você praticou?

Eu pratiquei por pouco tempo no Soto Zen que era o único grupo que tinha em Florianópolis, na época, estava começando, mas logo depois conheci uma professora do soen (zen coreano) e tornei-me aluna dela no ano seguinte.

O que você mais gosta em cada uma das escolas que praticou?

No Vajra eu aprendi as prostrações que também encontrei no zen coreano de forma um pouco diferente.
Do Theravada tomei contato com os sutras foi bom tê-las lido além de um modo muito parecido de meditação com o zen.

No Soto tive contato com retiros bem rígidos que trouxeram-me bons insights. Tudo é bastante cerimonioso: o vestir-se, o comer, o andar, o sentar, fazer comida. Também gosto desse caminho.

O Soen coreano é mais leve. Não se fala muito. Não se explica muito. Não se lê muito. Não se debate. O mais importante é a experiência. É dela que se deve falar. Como falar de iluminação se vc. não teve a experiência da iluminação? E se teve como não falar dela?  É muito parecido com o caminho que Bodhidharma queria ensinar: o zen sem palavras. Nele encontrei mais pontos de afinidade, sobretudo porque nele poderia responder aqueles koans que ficaram por anos sem ter para quem dar respostas.


Por que você iniciou um blog sobre budismo?

Na época que comecei a meditar os blogs estavam iniciando eu anotava minhas experiências em um caderno. Descobri que poderia fazer algo parecido virtualmente. Então o blog foi muito útil para mim porque funcionava como um incentivo a continuar praticando. Eu não divulgava, não tinha ideia de quem lia ou quantos acessos havia. Hoje há mais ferramentas que tornam o blog mais dinâmico.


Sempre se chamou Bossa Zen?

Não. O nome desse blog já foi Mosteiro Virtual.

Por que mudou de nome?

Bossa Zen veio com uma mudança minha. O nome é menos formal e tem mais a ver comigo. A "bossa" é algo simples, suave. Um jeito diferente de ser, nem muito rígido nem muito frouxo, mas assim como é simples e bonito.


Como as pessoas te conhecem?

As pessoas não me conhecem porque eu não gosto de aparecer, mas é comum me chamarem de "Bossa" e não pelo meu nome.


Quanto tempo está na Escola Kwan Um?

Já estou na Kwan Um há pelo menos 13 anos.


Quanto tempo você pratica formalmente?

Pratico em casa quando tenho tempo e às vezes invento retiros ou ações onde me comprometo a fazer períodos de meditação mais longos. Quando tenho condições vou para algum Centro Zen da Kwan Um fora do Brasil.

Por que não iniciou um centro no Brasil?

Por que não sou professora e porque não é algo que seja tão simples. Iniciar  um grupo é o melhor caminho para começar e já rolou quando morava em Florianópolis. Meditávamos no meu apartamento, mas hoje não tenho mais um lugar para disponibilizar e sei que não é fácil ficar pagando aluguel sozinha. Além disso moro em um lugar muito pequeno onde a maioria das pessoas já tem sua religião definida. Mas tudo isso que aparentemente parece um obstáculo pode ser transposto com força e vontade. Com o tempo é possível criar atividades que atraiam o interesse das pessoas sem associá-las a fins religiosos.

Quais atividades?

Eu estava matutando em o que poderia fazer que não precisasse de espaço físico, nem acessórios e lembrei-me  que Buda também fazia meditação andando intercalando à meditação sentada. Então é possível começar oferecendo essa prática para quem quiser pois é simples e pode ser feita em qualquer lugar com qualquer tempo. Eu realmente me surpreendi por não ter pensado nessa solução antes. Acho que só quando não temos mais soluções encontramos uma que nem havíamos cogitado, em geral, a mais simples, porque pensamos sempre em começar pelo mais complicado.Simplifiquei minhas expectativas e ai a caminhada zen surgiu como uma forte opção.
Também é possível oferecer a meditação em associações ou apenas meditação como uma atividade relacionada ao bem estar. Aproximar as pessoas da prática e de seus benefícios sem que elas precisem se associar a uma instituição budista. As pessoas podem começar meditando sentadas em bancos ou cadeiras pois sentar-se no chão pode não ser tão atraente, mas não devemos esperar que venham a praticar no zen. Apenas oferecemos as ferramentas para mais pessoas.

A Caminhada Zen  é pouco explorada no Brasil?

Acho que deveria ser mais incentivada. A Monja Coen começou a fazer caminhadas em São Paulo, Acho uma boa alternativa para envolver qualquer pessoa sem objetivo filosófico ou religioso.
Depois se alguém ali se interessar em aprofundar mais ele virá por vontade própria. Quem tiver conexão com a prática vai querer mais disso. É um caminho que se constrói passo a passo, lentamente.

As pessoas reclamam que não há muitos lugares e professores habilitados para ensinar no Brasil. Qual seria a solução?


Não há solução fácil. O zen não é uma empresa de coaching que forma facilitadores. Também não é um curso que você faz no fim de semana e já está apto a ensinar.  O zen é um processo lento de deixar para trás hábitos adquiridos que nos travam para a vida e para a descoberta do momento presente e do inevitável despertar para isso. O Budismo surgiu na Índia teve seu ápice e  por alguns anos foi muito ativo. Enfrentou e ainda enfrenta perseguições em alguns países da Ásia. Se ele desaparecer enquanto instituição isso não deve ser ruim, pois o próprio Buda previu que haveria períodos de florescimento e de hibernação ou esquecimento. Mas o ensinamentos são intrínsecos, eles permeiam o mundo através não só do budismo mas de outras religiões e filosofias. Talvez no futuro o budismo ou o zen venha com outros nomes, mas sua essência sempre estará presente. Não devemos nos agarrar ao sentimento de auto preservação. Isso só causa sofrimento.




Você disse que já quis ser freira. Já cogitou ser monja?

Muitos acham que sou monja. É estranho, mas sinceramente não vejo necessidade de ser monja para continuar praticando da mesma maneira que já pratico como leiga. Ser monja poderia até me fazer uma pessoa pior do que sou e não melhor. Eu tenho plena consciência das minhas limitações e obstáculos como leiga. Não digo que isso seja definitivo, mas na minha Escola eu já não poderia ser mais monja pela minha idade não daria tempo de completar o treinamento, pois há um limite para esse processo. Mas nenhum caminho está fechado e posso sim ainda querer ser monja em outra Escola Zen, senão nessa vida em outras.


O que vc. recomendaria às pessoas que querem se iniciar na prática mas tem receio de ir a algum lugar sozinho?

Acho que se a pessoa se sente confortável fazendo a prática em casa e se tem um espaço sem muita interferência pode fazer meditação sentada ou andando sem precisar ir a um centro budista. Pode ir sim visitar com alguém ou participar das sessão de meditação para iniciantes assim vai se familiarizando com o lugar e prática, pois alguns lugares tem essa opção de ter uma conversa antes com quem está vindo pela primeira vez para dar instruções e até responder algumas perguntas. Não há porque se precipitar. A vida nos oferece muitas opções e podemos sim experimentar os caminhos disponíveis antes de escolher um. Também podemos refazer nossas escolhas e mudar de uma Escola para outra pois a liberdade de escolha deve prevalecer.

Além disso há vários artigos aqui no blog sobre esse assunto:





Qual é o artigo mais acessado em seu blog?

O campeão de acessos sempre foi o post Como fazer ou comprar seu zafu, mas vem sendo superado por Doze Princípios do Budismo, um texto que até hoje não sei de quem é. E A Importância da respiração correta.


Muitos que iniciaram blogs já os abandonaram ou migraram para outros meios. Por que continua a escrever no blog?

Gosto da ferramenta. Mesmo com poucos acessos diários é uma forma que escolhi para deixar algo impresso nesse mundo. Esteja onde eu estiver como consciência o que ficar aqui servirá a muitos outras gerações independente da minha presença. Portanto a responsabilidade é maior.


















10 maio, 2016

Respeitar as diferenças

Vivemos um período estranho de divisão: alguns de um lado do muro e outros do outro. Divisões simulam um mundo ideal, mas na verdade, o mundo ideal é aquele onde aprendemos a conviver com as diferenças. Não querer conviver e se afastar, se isolar é uma coisa, até aceitável. Mas não querer e combater, tentar destruir, afastar, tirar do caminho, é inaceitável enquanto direito.

Muitos dizem que vão para Miami. Ok, mas qual Miami cara pálida? A rica das celebridades que podem comprar casa e ganhar como bônus o green card para toda a família? Ou a pobre que se arrasta nas ruas, onde a maioria da população não tem emprego e vive mal. Onde a violência é igual ou maior que aqui. Convém se informar antes, pois até Miami tem seus problemas. 

Um individuo rico pode ir para onde quiser. Não precisa ficar de mi-mi-mi por aqui. Basta ir. Mas quem não pode precisa aprender a tolerar as diferenças.

Ainda acredito que as pessoas que frequentam igrejas de massa evoluam e vejam por si sós que não devem alimentar essas instituições com dinheiro e votos em troca de paz de espírito, perdão de pecados ou bem estar. Igreja não deveria ter esse tipo de moeda de troca.

Como bem disse-me um pastor cônscio  das suas funções: "Deus é de graça!" Então porque tantos aceitam a fatura diária que aqueles que se dizem representa-lo impõem?

Não podemos aceitar que igrejas queiram lotear o Congresso e mudar leis a seu favor levando o país de volta ao antigo testamento. Que queiram mergulhar nele e lá ficar, já é um atestado de retardo, mas levar o país todo aos tempos de Abraão, não!

Quem tem que dizer não é quem está inserido nessas igrejas. Se seus financiadores disserem não, cedo ou tarde algo terá que mudar. Por hora dormem na ignorância. Oremos!




20 abril, 2016

A verdadeira pratica não tem olhos


Um verdadeiro praticante seja da religião que for não tem olhos. Ele não vê a religião do outro.  Só interessa a religião do outro se eu estiver em conflito ou em dúvida na minha opção de prática religiosa. Da mesma forma aquele que se diz ateu e fica atacando quem acredita em algo, não é ateu. Ou vc. se concentra na sua prática, fé ou crença e esquece os demais ou vc. não passará de um ciumento hipócrita. Se vc. crê em algo, examine o terreno dessa sua crença a fundo. Veja se ela lhe serve. Se ela tem a ver com seu temperamento. Se vc. tem afinidades com essa linha de prática. Depois de estar seguro vc. pode ir em frente e abraçar essa prática para a sua vida até onde ela lhe servir. Se em algum momento, depois de anos, vc. descobrir que estava enganado, nada lhe impede de começar o processo novamente.

O que ocorre com frequência quando nos apaixonamos por uma prática espiritual é ficarmos cegos por tudo que nela ocorre. Então não vemos suas falhas. E todas tem, pois se são geridas por pessoas não há como não ter. Mas isso não significa que se deve abandonar e partir para outra. Deve-se procurar entender de onde vem e se é possível melhorar. Se não houver como melhorar ai pode-se ir para outro lugar. Dentro de grupos sempre haverá insatisfeitos e eles muitas vezes são egoístas e pouco sensatos. Há que se intender que se tudo fosse perfeito não haveria o porque de as pessoas se reunirem num grupo espiritual. Quem não está doente não precisa de médico.

A paixão e a cegueira leva ao fanatismo. Leve ou grave. Todos passamos por isso. Basta lembrar se já desejamos que todos seguissem nossa crença ou como o mundo seria melhor se todos acreditassem no nossa crença. 

Acho que já pensei quando começai a praticar que o mundo seria bem melhor se todos fossem budistas. Mas o mundo não seria melhor porque o mundo já é melhor. O que não é melhor são as pessoas. E pessoas estão em níveis de entendimento diferentes. Talvez nunca se nivelem ao mesmo tempo. É uma fantasia tola pensar que isso um dia irá acontecer. Que a humanidade será melhor, pois sempre haverá os piores,os malvados, os terroristas, os mosquitos ...  para perturbar e esse tão almejado paraíso perpetuo na terra não virá. É por isso que precisamos abandonar a fantasia de um mundo ideal. Até Hitler e seus comparsas queriam um mundo perfeito. O tempo nos prova a todo momento que os fins não justificam os meios e que essa fantasia não passa de delírio.

O ser já está na Terra há séculos e a evolução é tão mínima. Caminha mais para trás do que para frente enquanto coletividade, mas cada um pode evoluir por si mesmo sem esperar pelo todo.




26 fevereiro, 2016

08 janeiro, 2016

Retiros Zen de Carnaval 2016

Coso você seja do tipo que no Carnaval quer distância da batucada vai aqui algumas opções de Retiros Zen pelo Brasil e fora do país. A maior parte das opções são na tradição do Zen Soto, japonês. Passe o mouse sobre o texto para visualizar os links.


Retiros Estilo Zen Escola Kwan Um (Coreano/Americano)

Fora do Brasil é possível encontrar muitas opções nesse período, porém é preciso se programar com antecedência, sobretudo se o país exige visto.

Na Escola Zen Kwan Um temos o Grande Retiro de Inverno-Winter Kyol Che que acontece durante 90 dias (janeiro-abril).

Nele é aceito a permanência de no mínimo uma semana ao longo desses 90 dias. Se vc. vai para USA, Europa ou Asia nesse período dê uma olhada na programação dos seguintes Mosteiros:

Providenze Zen Center,USA

2016 Winter kyol che - Providence Zen Center - Retreat Center - Diamond Hill Monastery - Meditation Retreat
Kyol Che Teacher Schedule: Mais info e inscrição nesse link
1/4 – Zen Master Bon Haeng (Mark Houghton)
1/9 – Zen Master Bon Haeng (Mark Houghton)
1/16 – Jason Quinn JDPSN
1/23 – Nancy Hedgpeth JDPSN
1/30 – Terry Cronin JDPSN
2/6 – Barry Briggs JDPSN
2/13 – Barry Briggs JDPSN (Intensive Week)
2/20 – Carlos Montero JDPSN
2/27 – Zen Master Wu Kwang, (Richard Shrobe)
3/5 – Zen Master Ji Haeng (Thomas Pastor)
3/12 – Paul Majchrzyk JDPSN
3/19 – Zen Master Soeng Hyang (Barbara Rhodes)
3/26 – Zen Master Soeng Hyang (Barbara Rhodes)
Entradas e saídas aos sábados. Mínimo de permanência: uma semana.
Won Kwang Sa Hungria



Retiros Estilo Escola Zen Soto (Japonês)

SP-São Paulo-Templo Bushinli- Saikawa Roshi -Hoon SesshinContato 

RS-Porto Alegre-Sangaku Sesshin na Sanga Águas da Compaixão -Isshin Sensei-aguasdacompaixao@gmail.com ou na página da Sangaku Sesshin

ES- Ibiraçú-Mosteiro Morro da Vargem- Monge Daiju Sensei
Inscrições somente por telefone (27) 32573030 e mais info no site do mosteiro.

Outros Locais ou Mosteiros:

Enkoji (Itapecerica da Serra, SP)
Zengenji (Mogi das Cruzes, SP)




Retiros Estilo Soto/Peacemakers (Japonês/Americano)

SP-São Paulo-Monja Coen Sensei (Soto)/Roshi (Peacemakes)


No Dojo da Monja Coen/Coen SenseiNehan Sesshin. Mais infos na Agenda do site do Zendo Brasil.  O retiro acontece no Zendo em SP. Faça contato pelo link da página ou pelo fone (11) 38655285 email: zendobrasil@gmail.com

SP-Pedra Bela-Templo Zen Budista Taikanji

Contato

RS-Viamão-Monja Coen Sensei- Monge Dengaku 

Via Zen-Nehan Sesshin 



Fone: 95796776 Jion 
ou 8119-0287 Shoden



Os retiros ainda podem ter alguma mudança  portanto contate seus organizadores para confirmar.